Mais um acordo fechado

Na noite de 24 de março de 2026, o Flamengo aproveitou a reunião de diretoria para selar mais um vínculo comercial: a GAC, montadora chinesa em expansão pelo mercado brasileiro, passou a estampar sua marca nos shorts de jogo e nas camisas de treino e pré-jogo. O contrato vale por três anos — até 2029 — e garante ao clube R$ 12,5 milhões por temporada.

A chegada da GAC foi o último encaixe de um quebra-cabeça comercial montado pela gestão de Bap: com o novo acordo, a arrecadação total com patrocínios no uniforme chegou a R$ 450 milhões anuais. O valor supera a receita bruta de diversos outros clubes da Série A e confirma o Flamengo como a marca mais valiosa do futebol brasileiro.

Quem paga quanto

  • Betano (patrocinador máster): R$ 268,5 milhões/ano
  • Adidas (fornecedora de material esportivo): R$ 70 milhões/ano
  • BRB (omoplata): R$ 25 milhões/ano
  • Hapvida (costas): R$ 23,8 milhões/ano
  • Ademicon (barra inferior): R$ 14 milhões/ano
  • GAC (short e treino): R$ 12,5 milhões/ano
  • Shopee (manga): R$ 12 milhões/ano
  • Assist Card (barra traseira): R$ 10,8 milhões/ano
  • Wap (short): R$ 5 milhões/ano
  • Texaco (número): R$ 4,2 milhões/ano
  • Zé Delivery (meião): R$ 4,2 milhões/ano

O presidente Bap chegou a mencionar que, com contratos mais recentes, o total já teria superado R$ 475 milhões anuais — mais de R$ 1 bilhão a cada três anos apenas com patrocinadores de uniforme.